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  • Renato Costa

Humanidade da Droga ou Dorga de Humanidade¿


Cidade luz, campo em flor!

Por quantas viagens passa o imaginar da coletividade¿ Quando um de nós sonha dar um passo a frente, descansar livre, ou seguir outra vez, no nosso tempo, estimulado por novidades ou contente por pertencer a um lugar, atividade ou família... Quando um de nós se comunica e é retribuído pela compreensão de um semelhante, em geral radicalmente diferente, mas reconhecendo os mesmo sinais...

Quando um de nós compartilha uma mesma praça, cidade ou roda, tendo em comum o gosto por uma mesma planta e sua necessidade compartilhada com todos os demais, durante milênios, um entendimento da humanidade enquanto coletivo floresce.

No nosso caso um entendimento da partilha da condição de cultivadores nômades, planetários, solitários em nossas representações, que, entretanto, encontram na maconha uma forma de contato de uma interioridade expandida, ainda que mundana, condicionada a uma planta, e libertária, a uma só vez. Os maconheiros não tem medo do reino vegetal!

Somos também resultado da luz que na canabis se impõe como abundância e transbordamento.

Apesar de distanciada do domínio público a cultura canábica é um novo entendimento do todo na diferença, um nós que remonta à própria história da humanidade e, hoje, às lutas humanitárias!

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