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  • Renato Costa

Humanidade da droga ou droga de humanidade¿


Sim são flores, mas estão em chamas.

Entender a maconha na história humana é necessário!

Nossas sociedades são hoje permeadas por seu uso. Essa planta, criminalizada há décadas, tem uma persistência constante nas mais diversas sociedades, antigas e modernas. Certamente terá seu lugar ainda em um futuro muito distante, se não determinar nossos horizontes socioambientais de maneira determinante...

Na história, fluxos de mercados consolidados e renováveis por uma demanda constante ao longo de milênios são documentados! Da Grécia ao Paraguai, do Himalaia ao sertão de Pernambuco. Portanto não é absurdo supor que nossa história natural e psicológica esteja em intima relação com os impactos físicos, químicos, e sociais que nos trouxe a maconha ao longo te tanto tempo, como tenta impor o discurso conservador proibicionista.

O interesse do grande capital paralelo ( armas, drogas, pessoas ) ao consolidar um mercado marginalizado entrelaçado à interesses do mercado formal concentrador de recursos, se vê fragilizado pela droga mais desejada e extensamente consumida no planeta!

A maconha não tem e nem nunca terá domínio! Por ser uma planta super adaptável, com inúmeros usos possíveis e uma cultura solidária que a sustenta, nas diversas dimensões em que podemos observar sua persistência na comunidade humana, se consolidou como uma alternativa ao império do “individualismo produtivista” que nos tenta fazer reproduzir em nossas vidas o consumismo desenfreado da lógica do “lucro a todo custo”.

Sim, a maconha é uma mercadoria, mas está em chamas!

#sustentabilidade #legalizejah #tapanapantera #legalização

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