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  • Metamorfose

A normatização do empoderamento


Fotos: Júlia Aguiar

Os negros são 53,6% da população brasileira, segundo o IBGE. Porém, pouco se vê nas passarelas e propagandas brasileiras, assim como a falta de representatividade da comunidade LGBTI, pessoas gordas e empoderamento feminino.

O #GoiâniaFashionWeek2017 trouxe desfiles de marcas que não somente incluíram modelos que podem ser classificados como 'minorias' como houve posicionamento político na passarela. "A cada 11 minutos uma mulher é estuprada no Brasil" grita duas modelos, uma branca e uma negra enquanto todos observavam atentamente às roupas.

Nos últimos anos as empresas de marketing vem percebendo que as pessoas diminuíram o consumo de marcas que são preconceituosas, e que até mesmo o não posicionamento é uma forma de reforçar a cultura dos estereótipos. O importante nisso tudo é que cada vez mais empresas estão aderindo posições que incluem todo tipo de gente, independente de credo, raça ou sexualidade.

Ver isso nas passarelas de uma cidade conservadora como Goiânia é um sinal de avanço das lutas sociais.

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