• JM

Morte

Vivemos no constante medo de termos algo tirado de nós. As diversas realidades do medo inerente da eterna dualidade: nasci e morri, pisquei os olhos e o mundo mudou.

“Eu tenho medo e ainda está por vir, morre o meu medo e isto não é segredo. Eu mando buscar outro lá no Piauí”

Quiçá, penso eu, que o medo seja a sombra da coragem, o mover do lugar parado, a ideia transmutável.

Me deixa confortável, a sensação de que assim como o Sol, a lua também brilha.

E que venha nossas vidas, que venha toda a sinergia, que venha a morte, o fim. Que venha a descoberta do futuro e o entendimento do passado, que venha à nós os momentos a serem sentidos.

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