Devaneios de uma poesia paulistana

February 5, 2018

Poesia em momento de espontaneidade, talvez esse seja o brilho da caótica essepê. É sábado de pré carnaval, a alegria pulsa em rodas de tribos ambulantes - o mundo de fato gira pelo Sol. 

 

Não cloque os óculos, hermanos, não são todos que tem o privilégio de viver a boemia das ruas.

 

As pessoas têm medo da liberdade, as borboletas se transformam em dragões que cospem fogo nas dúvidas entranhosas do abismo que é o novo. 

 

Acasos. 

 

Você acha que me bagunça como a cerveja que percorre minhas entranhas como o som tropicaliente que toca em seu olhar. O desconhecido me encanta, talvez seja a ânsia do novo, não sei ao certo dizer, mas evito afirmar situações. 

 

Acendo um cigarro e vejo sua alma flamejar poesia, quiçá seja um álbum recente de luiz melodia que ecoa pelo vazio do tempo. 

 

Quem sou eu para dizer, senão aquela que observa o azul do tempo que fecha. 

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November 11, 2019

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