• Júlia Lee

Bombardeiro em estruturas mentais

Patriarcado, um universo de conspirações de merda. O cotidiano é uma pernada na rua do mundo em que corremos sem saber o caminho, porque será que existe esse sentimento que corrói meu amor próprio?


Como curar os brônquios que sofrem ao buscar pela existência? A respiração percorre os pensamentos do próprio sentir. Sofro com as memórias sensoriais que ecoam pelo som de algo novo. A arte de expressar as cores que vibram do sol, a pura chama de sinuosidade que o viver entrega.

Questiono qual a raiz da dúbia sensação de ser. Rasgo o peito pela resposta que determina meus processos de expansão, o que as reações internas querem dizer do universo inconsciente da própria mente?

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