• Júlia Lee

Ser - á?



Será que a união despertaria a chama da revolução? Será esse o papel que a música deveria construir? O sexo da alma que vive, aprende, respira.


Com minhas conexões conectadas, sinto meu corpo vibrar. Tudo parece mais aberto à minha consciência, os sentidos aguçam minha áurea, que treme ao pulsar pelos mundos internos. Será que minhas células me escutam?

Será que a música que ecoa pelos meus ouvidos como palavras sussurradas, logo depois de um orgasmo transcendental, me tocam como as batidas de meu ser?


Na morada do tempo, todos viajamos. Me fico a imaginar os protestos sensoriais que o momento nos proporciona a tocar, é real, a veracidade do espaço se confundem com meu respirar. Será?

Gostou do texto?

Com a ascensão do fascismo no Brasil, ataques à mídia se tornaram recorrentes. Documentos perdidos, subnotificação de mortos, censura nos dados sobre queimadas e desmatamento, retirada de direitos duramente conquistados: o contexto da realidade está sendo censurado nos monopólios midiáticos. Venha lutar com a gente! É com seu apoio que conseguimos manter o Jornal Metamorfose no ar. 

Apoie a liberdade de imprensa, ela só é possível com você, caro leitor.