• Júlia Lee

Percepções

Gritam os reflexos encaixotados no horror de ir e vir. O caos não de trégua dos navegantes de primeira viagem. Quiçá nada disso seja real dentro da diversas perspectivas dentro desse metrô à caminho do inferno.

As consciências se misturam ao ver cenas do passado, onde estamos?

Me pergunto se as pessoas que dividem esse infinitos do acaso se encontram. Onde estão todos nós?

Não me assusta os pensamentos partidos de suicídio dentro do trem, as pessoas estão totalmente perdidas na própria consciência.

As coisas acontecem de acordo com a respiração da expansão da vida, o que podemos fazer senão existir no meio da merda existencial?

O que fazer senão sentir a energia do acaso?

A existência simplesmente acontece.

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