• Júlia Lee

Talismãs

Doce Viagem

No chão de giz encontro um estrume de sentimentos de um não lugar. Os gritos estridentes se confundem com o caos da cidade. Até a brisa que vem das árvores me atordoam.


As entranhas consomem a merda visceral em qual existimos. Será que faz sentido? Estar aqui consome o resto de alma que ainda me resta na selva de pedras.