• Júlia Lee

Ampulheta capitalista

Doce Viagem

A cidade cinzenta grita em magias de todas as cores esvaídas do arco-íris. O fogo interno beira a realidade tridimensional. Será que está chegando o momento dos molotovs voarem pelo ar tóxico das assembléias?


Mataremos as impulsionadas dos fascismos enraizados. Pois somos as bruxas que vocês não conseguiram queimar.


Afinal, somos todos senhores do tempo, rodamos os caminhos com nossas almas que se encontram em linhas do espaço-tempo autênticas e particulares. Os universos se cruzam quando em sincronia.


Somos mestres em ascensão, a humanidade eu digo.


Se D'eus é criado à nossa imagem (a patriarcal), somos todos criadores da matéria. A face da Deusa é a célula da vida, o homem seu construtor, a mandatário da liberdade. Somos todos flores e amores.

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